Fala Werneck

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Finalmente trouxe a lista dos melhores do primeiro trimestre.

Aproveitem e me digam também quais foram os 3 melhores para vocês em cada categoria. 😉

 

Livros:

  • Tudo aquilo que eu não disse
  • Heroínas
  • Os sete maridos de Evelyn Hugo

 

Trechos:

  • “- As pessoas sempre vão falar alguma coisa. É você que decide como vai ouvir.”
  • “As páginas e as palavras são o meu mundo, que se estende diante dos seus olhos e das suas mãos, para serem tocados.”
  • “Você está procurando uma garantia. A vida não é tão certinha assim. Merdas acontecem, e você lida com isso.”
  • “As pessoas andam vivendo demais ou muito pouco, e eu me perguntei se existia alguém vivendo na medida certa.”
  • “Motivação é o que faz você começar. Disciplina é o que faz virar hábito. Hábito é o que faz você continuar. A organização ajudará você com os três.”
  • “Parecemos todos mais frios e taciturnos do que somos na verdade; pode-se dizer que as pessoas têm medo de se comprometer expondo com franqueza os seus sentimentos.”
  • “O sentimento que nos trouxe ao mundo e nos guiará até o fim é o amor. Amor pelo igual, pelo diferente, pelo desconhecido ou inesquecível. Amor por um momento, um sorriso, uma palavra que fez toda a diferença, pois dita na hora certa. Amor até pelo que doeu, porque você saiu dali uma pessoa melhor. Amar é, no fim das contas, uma missão.”
  • “A felicidade é bemol. A tristeza, sustenido. Todo mundo tem um segredo…”

Não teve jeito! Tentei, mas foi impossível selecionar apenas 3 trechos… E ainda assim, outros tantos interessantes acabaram ficando de fora senão a lista ficaria imensa.

 

Filmes:

  • The wife
  • Green Book
  • Vingadores: Ultimato

 

Séries: 

  • The fall
  • You
  • Coisa mais linda

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Continuando as listas de melhores de 2018, hoje trago as 5 melhores séries que assisti em 2018.

 

Big Little Lies

A melhor série do ano, sem sombra de dúvida! Big Little Lies é uma série que mostra a vida de 3 mulheres, mães, que aparentam ter uma vida perfeita, mas na verdade estão bem longe disso.

A série é dramática e aborda assuntos atuais e graves, como traição, violência doméstica e abuso.

Maratonei e fiquei com muita vontade de ler o livro!

A série é ótima para mostrar que as aparências enganam e como é possível viver um inferno e aparentar um paraíso. As personagens são fortes, intensas e o time de atrizes que atuam são de grande talento e renome. Vale muito a pena assistir, mal posso esperar pela 2ª temporada!

 

Explicando

Explicando é uma série documental da Netflix que fala sobre assuntos diversos em episódios curtos e bem dinâmicos. Os episódios que mais gostei foram sobre: música, vida extraterrestre e DNA projetado.

 

The Sinner

Uma série que mostra como a nossa mente é capaz de bloquear episódios traumáticos e criar peças com a nossa própria memória. Cora é uma mulher aparentemente comum e simples, que possui um passado sombrio e esquecido. Detalhes de um certo período da sua vida estão completamente “apagados” de sua memória, até que um incidente violento começa a despertar essas lembranças que ficaram esquecidas por muitos anos.

 

Outlander 

Eu adoro histórias de viagem no tempo! Claire acaba, por acidente, viajando no tempo e precisa aprender a lidar com os desafios de viver na Escócia 200 anos antes de seu tempo. Ela vai descobrindo qualidades e defeitos desse povo antigo e muitas surpresas surgirão em seu caminho. Muitas pessoas também, e então ela irá se questionar se o seu lugar é realmente no futuro, ou se o que ela sempre precisou foi estar no passado…

 

Supergirl

Supergirl é aquela série amorzinho, que “dá um quentinho no coração”. Adoro acompanhar as aventuras da Kara, e como a sua família e os amigos são importantes para que ela descubra a cada dia quem ela realmente é e como ela pode ajudar a Terra.

 

Fazendo essas listas pude perceber como 2018 foi um ano mais recheado de livros do que filmes e séries.

Queria ter assistido mais séries, espero que em 2019 consiga, porque muitos lançamentos interessantes estão chegando.

 

Em breve trago a lista com os 10 melhores livros de 2018, aguardem!

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Escócia, 10 de novembro de 1743

 

Geillis,

 

Sinto tanto pelo que aconteceu e também por não ter descoberto antes o mundo que tínhamos em comum.

Por quantos meses vivi em meio a esses costumes estranhos, sem imaginar que alguém que poderia me compreender completamente estava tão perto e eu não fazia ideia…

Será que um dia descobrirei mais sobre você?

Qual será que era a sua vida “no futuro”?

Fico imensamente triste pelo seu sofrimento por Dougal e pela criança.

Gostaria de lhe falar dos sentimentos contraditórios que tenho. Qual será a escolha certa? O amor que eu descobri aqui no passado ou aquele que eu involuntariamente deixei para trás no futuro?

Jamais poderia imaginar que me apegaria dessa maneira à essa vida complicada, sofrida e brutal do século XVIII…

Os costumes são cruéis e as crenças bem fantasiosas. Mas quem sou eu para julgar? Cada tempo possui suas próprias mazelas. Deus sabe que o nosso tempo está cheio delas.

Pelo pouco que te conheci, acredito que soube aceitar e se adaptar a essa nova vida de maneira satisfatória, e do seu próprio jeito.

Espero que, onde você estiver, tenha paz e desafie o que acha errado e injusto. É preciso muita convicção para isso, e sei que você tem, amiga.

Fique em paz.

 

Com carinho,

Claire Fraiser

 

Esta carta foi inventada após assistir o episódio 11 da 1ª temporada de Outlander.

Ainda não conhece o projeto? Leia o post explicativo.

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Stella continua preocupada com essa vida sem rumo do irmão, e para ajudar ela consegue uma vaga de emprego para ele na cafeteria onde ela trabalha.

 

Ele começa mas logo cria um”negócio paralelo” no lugar, vendendo remédios para TDAH para as mães como fazia antes, só que agora esconde os comprimidos no fundo do copo de café que entrega. O “negócio” vai seguindo, e quando Stella pensa que ele está se resolvendo, ela descobre sobre os comprimidos e eles são presos. Ela logo é liberada, mas Aiden continua preso.

 

Os pais não querem pagar a fiança porque acreditam que é preciso criar um limite para as ações inconsequentes do filho.

 

Stella então vende sua scooter para pagar a fiança, e durante um momento emotivo com o médico gato do hospital, Wes chega com Aiden e ouve a conversa.

 

Na vida é assim, os problemas não acontecem um de cada vez, para que você lide “tranquilamente” com cada um, muitos aparecem ao mesmo tempo.

 

Stella começa a sentir pelo médico sentimentos que não queria e isso confunde seu coração.

Ela e Wes ficam estremecidos mais uma vez… E as situações às vezes são inimagináveis e a pessoa se encontra numa berlinda.

 

A situação do Aiden é mais grave do que os pais tinham pensado… Ele será acusado por um crime e não é réu primário.

E mais uma vez Stella percebe que parte desse problema do irmão, que surgiu lá atrás, foi por causa de sua doença.

 

Só que ela também entende que quando amamos, precisamos lutar sempre, diariamente; do contrário, tudo estará perdido.

 

Relacionamentos são complicados porque as pessoas são complicadas.

 

Todos nós somos, não adianta negar.

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O casamento de Stella e Wes estremece quando a ex dele aparece de repente.

 

Stella fica chocada e sem saber o que fazer com as revelações que surgem junto desse fantasma do passado.

Mais uma vez ela descobre coisas que nem imaginava sobre o marido. Quando ela o conheceu em Paris, fazia menos de uma semana que ele tinha sido abandonado no altar.

 

Ela fica revoltada e confusa, sem saber se foi apenas um estepe nesse momento da vida dele, e por isso decide passar a noite longe, para pensar e permitir que ele pense também. E esses momentos dão uma angústia, pois você duvida do amor, da sinceridade, do que é real.

 

Enquanto isso, o pai dela também passa por momentos difíceis ao descobrir que a Lauren já dormiu com o Aiden.

O pai encontra Stella e eles conversam sobre casamento, o que importa e o que o sustenta.

 

Ele então fala algo muito verdadeiro: a pessoa com quem você se casa sempre vai ser um mistério, mas você deve sempre fazer perguntas, tentar conhecer um pouco mais essa pessoa a cada dia; porque quando você parar de fazer perguntas, o casamento terá chegado ao fim.

 

Ao voltar para casa e reencontrar Wes, eles conversam e ele fala para ela, confirma na verdade, que o que eles têm é real. O amor é real.

 

Na vida precisamos sempre buscar algo real e quando encontrar, lutar por este sentimento.

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Stella continua tentando descobrir o que fazer da vida; ao tentar se candidatar para uma vaga de gerência na cafeteria, descobre que nunca se formou no ensino médio. E ao confrontar o pai, nota como que para ele, ela nunca deixará de ser “sua garotinha” e que não há problema algum nisso.

 

Os pais se importam com os filhos, muito, e farão tudo que estiver ao seu alcance para que “seus pequenos” não sofram na vida.

 

Mas a vida é árdua, momentos sofridos aparecem, porém os dias ensolarados também estarão presentes. Você precisa acreditar, tentar, fazer diferente.

Seja gentil, atencioso, carinhoso. A vida vale o esforço.

 

Às vezes você pode não entender ainda qual é o seu “grande sonho”, mas mesmo assim busque perceber as coisas que importam na sua vida.

Talvez essas coisas não rendam nem um centavo, mas elas são importantes para você e isso que importa.

 

Acompanhando o drama do Wes por ter que voltar para um trabalho que odiava para que eles tenham dinheiro para se sustentar, Stella reconhece que sente gratidão e que aquele gesto permite que ela faça coisas importantes como visitar a Sadie e fazer companhia a outras pessoas no hospital.

Dando suporte e força.

 

Às vezes vivemos momentos impossíveis e duvidamos que isso vá melhorar, mas se tivermos pessoas que lutam por nós e acreditam, nós conseguimos voltar a acreditar na solução, na melhora, na superação.

 

Seja essa presença na vida de alguém.

Seja esperança.

 

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Muitas pessoas poderiam achar quase impossível voltar, por vontade própria, ao hospital onde se ficou doente por tantos anos; mas Stella é diferente e decide trabalhar como voluntária lá.

 

Ela conhece uma menina, Sadie, que tem o mesmo tipo de câncer que ela teve. E ao ver que a menina não tem quem lute por ela, decide ajudar.

 

Stella tenta falar com a pessoa que a colocou no estudo clínico que salvou sua vida, e acaba descobrindo que o doador anônimo que investia, parou de investir. Com a ajuda de uma enfermeira e do novo médico, ela consegue descobrir quem é o doador e decide falar com ele. A conversa não sai como ela previa, mas isso a ajuda a entender várias coisas…

 

Através de toda essa busca, ela vai percebendo como essas “batalhas” são difíceis e penosas, além de entender que por mais que alguns médicos possam parecer distantes de seus pacientes, a realidade pode ser mais triste e o afastamento ser apenas uma forma de lidar com uma dor que parece eterna.

 

Para as pessoas que trabalham com vidas é fundamental criar certo distanciamento, isso não significa não ter empatia, mas manter uma “formalidade” necessária para não se envolver tanto e sofrer muito se a “batalha” for perdida no final.

 

Nós devemos nos preocupar com os outros, ajudar no que pudermos… Mas compreender também que existem coisas além do nosso controle, e sofrer em demasia não vai mudar isso. É preciso reconhecer esses dois tipos de momentos e aprender a lidar com eles, porque são constantes na vida.

 

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Stella continua achando difícil lidar com os problemas da família, e agora surge um novo problema: Wes pode ser deportado!

 

Enquanto tenta lidar com os conflitos entre os pais e a venda da casa deles, ela percebe como um mesmo lugar gera emoções tão diferentes nas pessoas… A casa representa para ela um lugar de alegrias, diversão, momentos bons em família; mas para a mãe o lugar significa sofrimento, onde a filha adoeceu e onde seu casamento acabou. Ao compreender isso, ela consegue respeitar os sentimentos da mãe.

 

A situação entre ela e o Wes é bem confusa, porque na verdade eles mal se conhecem; se casaram um mês depois de se conhecerem e depois do casamento continuavam vivendo um relacionamento dentro de uma bolha por causa da doença dela; assim a gente vê como é ruim quando as pessoas mentem, omitem coisas, por acreditarem saber “o que o outro quer ouvir”, e isso é algo prejudicial para todos, um relacionamento assim não progride e se fortalece; é preciso companheirismo, afinidade, mas também muita honestidade para mostrar seus lados bons e ruins, dando a oportunidade da outra pessoa constatar se vale a pena tentar, se tudo isso é o suficiente.

 

Famílias, relacionamentos, são todos complicados. Mas valem a pena.

 

O que precisamos é apoiar uns aos outros e assim construir algo melhor.

 

 

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Em maio assisti a terceira temporada de The Originals e a primeira de Big Little Lies, e são duas séries sobre as quais eu preciso falar!

 

Fazia um tempo que eu não assistia The Originals, apesar de gostar e de sempre me fazer lembrar de The Vampire Diaries (uma das minhas séries favoritas).

Nessa temporada estaremos diante de um Klaus cruelmente humano e uma família que transpõe todos os limites para preservar a vida das pessoas as quais se unem nesse laço eterno de sangue. Ocorre uma aparição rápida do Stefan, que me deu aquela vontade de assistir todas as temporadas de TVD novamente.

 

A CW divulgou agora em maio imagens promocionais de Legacies, uma série que é um spin-off de The Vampire Diaries e The Originals! Mal posso esperar! Mas como a série se passa depois do final de The Originals, preciso assistir logo as temporadas seguintes!

 

Já uma outra série, que apesar de não ter procurado muito sobre a narrativa antes e nem ter lido, foi Big Little Lies; e que série! Fiquei impressionada, envolvida, assisti todos os episódios em menos de uma semana!

A série mostra três mulheres, mães, que se tornam amigas; seus filhos estão começando o ensino fundamental e estudam juntos.

Madeline e Celeste parecem ter vidas perfeitas, Jane é a mãe solteira nova na cidade. A medida que os episódios vão passando, você vai percebendo que essa perfeição é só uma fachada, todas têm teto de vidro.

Jane sofreu algo trágico; a “mãe perfeita” Madeline, não é tão perfeita assim; e o relacionamento “dos sonhos” da Celeste e do marido de “sonho” não tem praticamente nada.

Outras mulheres, também mães, vão surgindo e tendo seu espaço na série, todas possuem seus próprios problemas e questionamentos. Mas na hora que a situação se torna absurdamente crítica, elas se unem.

A série é marcante e envolvente por ser tão realista e tratar de temas sérios, graves, de uma maneira que considerei sensível. Achei uma boa escolha mostrarem as cenas fortes através de flashes, junto com imagens de ondas revoltas e praia, demonstrando uma sincronia de sentimentos.

Quando estava assistindo ao 5° episódio, comecei a desconfiar do final; desde o 1° episódio você fica procurando pistas sobre o assassinato, sem saber quem matou e quem morreu. No 6° a minha suposição para quem tinha morrido era mais convicta ainda e o 7° confirmou isso! Apesar de ficar surpresa ao ver como a morte aconteceu e quem matou.

E quando acabei de assistir, o primeiro pensamento que me ocorreu foi “Preciso ler esse livro!”.

Mais um para a minha wishlist…

 

E vocês? Conhecem essas duas séries? Gostaram?

Quem aí também está esperando por Legacies?

Cada livro/filme/série é um universo em si mesmo. E deve ser valorizado como tal.

Numa era ‘netflix’ onde é possível maratonar filmes e séries a qualquer momento, nossos olhos se tornam desatentos e muitas vezes assistem distraídos um conteúdo que foi construído através de um trabalho demorado, dedicado e dispendioso.

Precisamos voltar a valorizar mais o entretenimento e lhe dar seu devido valor. Voltar a olhar com olhos curiosos, atentos e dedicados; como fazíamos há alguns anos, quando precisávamos esperar meses, às vezes até um ano inteiro, ou mais tempo ainda, para ler um livro, assistir um filme.

Precisamos voltar a valorizar as obras que são criadas.

Apreciar as atuações, as histórias, as narrativas criativas, às vezes repetitivas, mas que exigiram trabalho, exigiram atenção. E a atenção é o mínimo que nós também devemos dar em troca.

Se continuarmos desatentos e distraídos, nós mesmos seremos prejudicados; porque estaremos perdendo a oportunidade de apreciar obras únicas, singulares. Estaremos perdendo momentos, perdendo experiências. Cada livro que se lê, cada filme e série que se assiste, é uma porta para o infinito que pode ser aberta. Um infinito de análises, interpretações, sentimentos, ideias, possibilidades.

Quem se lembra do tempo em que a gente lia de novo, assistia de novo…? Isso não é perda de tempo, é apreciar os detalhes.

Reflita mais.

Analise mais.

Se envolva mais.

E se permita sentir cada obra.

Seja ela boa ou ruim, é questão de opinião. E toda opinião deve ser respeitada.

Permita-se.

Valorize.