Fala Werneck

@fala.werneck_minhapeq

 

Vamos falar sobre este romance que é muito mais do que a história de amor de duas pessoas com uma grande diferença de idade?

 

Na parceria com a Ler Editorial, eu escutei o audiolivro “Minha Pequena Mulher” no aplicativo Ubook com narração de Fabiana Tolentino e Raphael Vianna.

 

A narração é muito envolvente e logo o leitor se encontra completamente cativado pela história, que é repleta de cenas românticas, mas também fala sobre luto, autoimagem, amadurecimento e transtornos alimentares.

 

E é sobre o último ponto que eu quero conversar hoje com vocês.

 

Marina é uma jovem que possui transtornos alimentares, mas demora a entender que suas atitudes representam um problema e que ela deve buscar ajuda.

 

Acredito que a autora tenha conseguido mostrar de uma forma boa no seu livro a gravidade da questão e como é fundamental a pessoa que sofre ter apoio, compreensão e profissionais capacitados para ajudar a lidar e superar o transtorno.

 

Além disso, ela mostra como é um processo lento, com altos e baixos nos quais as recaídas, infelizmente, acontecem.

 

A gente vive em uma sociedade que basicamente exige um padrão físico para que as mulheres “alcancem” o amor.

 

Mesmo que existam várias campanhas que buscam modificar isso e reconhecer o valor singular de cada um, as exigências e os procedimentos estéticos se tornaram um pouco absurdos e até assustadores.

 

E assim conhecemos muitas pessoas que desenvolvem transtornos alimentares também e recorrem a esses meios extremos e perigosos para manter e/ou obter o corpo que imagina ser o ideal.

 

No entanto, isso é um grave problema e precisa de muita atenção. Quem vive assim necessita de apoio para reconhecer a situação como realmente é e finalmente procurar ajuda.

 

O caminho é doloroso, mas a recuperação trará equilíbrio e saúde.

 

Por isso, se você conhece alguém ou até mesmo está passando por algo assim, busque ajuda, não julgue a pessoa e sim tente acolher e auxiliar como for possível.

 

E se quiser conversar, pode me mandar mensagem.

 

Cuide-se!

 

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@fala.werneck_partidasechegadas

 

Anna é uma jovem que está tentando lidar com uma tragédia e também descobrir quem realmente é sem o noivo.

 

Como a Ana Lara me disse, precisei de lencinhos logo no início da leitura, porque as primeiras páginas já derrubam a gente.

 

Mas então, o sol parece estar surgindo novamente na vida da personagem e eu quero ver o quanto mais ela vai descobrir sobre si mesma nessa viagem no veleiro.

 

E não se assustem quando eu falo que já comecei a leitura basicamente chorando, alguns temas me abalam mais, especialmente histórias nas quais as personagens lidam com o luto e problemas como o que o Ben estava enfrentando…

 

A Anna é corajosa, porque mesmo sentindo essa dor, ela tomou uma decisão impulsiva e decidiu velejar sozinha.

 

Só que vai percebendo que não é tão fácil assim lidar com os desafios em alto-mar sem ninguém para ajudar.

 

Por isso, de uma forma inusitada, ela conhece Keane e ele se torna o seu companheiro de viagem.

 

Estou gostando demais da história, pois o Keane está mostrando para ela mais do que as formas adequadas de lidar com o barco e todas as manobras envolvidas, ele apresenta maneiras de compreender as mudanças da vida e encarar as situações que ninguém conseguiria prever.

 

E mesmo sendo alguém tão especial e acolhedor, ele também tem seus problemas.

 

Quero só ver quando ele terá confiança para conversar com a Anna e assim descobrirmos o que está realmente acontecendo na vida dele e qual é o seu passado.

 

E será que vai rolar um romance entre eles?

 

Vou continuar a leitura e depois conto para vocês.

 

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@fala.werneck_naoveras

 

Este é o segundo livro que leio do autor e já sinto uma imersão impressionante na história.

 

As distopias do Loyola apresentam críticas sociais e políticas que permanecem atuais. Porque, para quem não sabe, “Não verás país nenhum” foi escrito há 40 anos.

 

A narrativa é visceral, o autor mostra um Brasil assustador no qual as pessoas precisam de fichas para água e comida; a Amazônia foi completamente devastada e o país possui um deserto maior do que o do Saara.

 

Conseguem imaginar isso?

 

Os políticos, cada vez mais corruptos, passam por “provas” para ver se estão no nível adequado para atuar no setor. Bizarro? Com certeza. Mas do jeito que acompanhamos tudo, nada impossível, né?

 

Tem uma parte que achei bem intrigante, neste começo de leitura, que se refere à forma como as notícias estão sendo transmitidas. Não existem mais notícias negativas.

 

E isso é algo completamente absurdo, porque ainda vivemos em uma sociedade repleta de problemas, crimes, escândalos…

 

Por mais que a gente não goste de ver e saber de tudo isso, é necessário entendermos o que está acontecendo e como podemos ajudar/mudar.

 

Só que na obra a gente percebe que não é do interesse de quem controla o poder ter pessoas conscientes do que está acontecendo e questionando os desvios e medidas suspeitas.

 

Então eles banem tudo isso, como também a leitura. As pessoas apenas assistem e ouvem as notícias. E até as placas e outros tipos de sinalização são dominados pelos símbolos.

 

A leitura é tão importante e construtiva, remover isso das pessoas é terrível, porque restringe o mundo ao qual elas têm acesso e, consequentemente, limita os próprios pensamentos.

 

Como vocês podem ver, estou fazendo mais uma leitura impactante e reflexiva; mal posso esperar para ver o que vem pela frente.

 

Vocês conhecem a escrita do Loyola?

 

Já leram alguma distopia nacional?

 

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@fala.werneck_resenhaantes

 

Editora: Faro Editorial.

Páginas: 272.

 

Todo mundo tem uma história

 

“Antes que você saiba meu nome” é mais do que um mistério que você lê tentando descobrir quem é o assassino; é uma história para refletir sobre a maneira como as pessoas que morrem sem identificação são tratadas pela sociedade.

 

Cada pessoa possui uma história, um passado, alguém que amou e pessoas que vão sentir a falta dela.

 

Por isso, todos merecem o respeito de ter suas vidas lembradas e reconhecidas.

 

Há muitos que vivem uma jornada de erros sequenciais, outros sofrem com situações trágicas que impedem uma vida mais leve.

 

No entanto, essa visão de que pessoas não identificadas são sempre ruins ou que fizeram muitas coisas erradas é limitante e preconceituosa.

 

A história do livro nos apresenta duas mulheres que terão suas vidas ligadas: Alice foi assassinada e Ruby vai encontrar o corpo.

 

A narrativa é feita pela jovem que morreu e mostra o quanto ela sofreu e precisou lidar até conseguir fugir para Nova York.

 

E esse lugar, que parecia um sonho e a oportunidade de uma vida longe de tudo que a fez sofrer, se torna o seu túmulo.

 

Alice nos mostra como pessoas com um passado turbulento conseguem respirar e tentar mais uma vez quando encontram um ponto de equilíbrio e conforto. Um lugar e/ou alguém que acalente.

 

Só que o seu fim violento e terrível chega rápido e tudo que poderia ter sido perde o seu espaço.

 

Por outro lado, Ruby é uma mulher mais madura, que também sofre e busca em Nova York o seu recomeço.

 

A percepção da mulher também é algo realmente importante na obra. Mulheres vivem (desde que o mundo é mundo) sendo ameaçadas, restringidas e subjugadas; e a própria sociedade vai gerando uma internalização de regras e sentimentos limitantes.

 

Além de toda a crueldade que muitas sofrem fisicamente, ainda assumem psicologicamente parte da culpa e da responsabilidade pelo que sofrem.

 

E por quê?

 

Elas não merecem isso.

Ninguém merece isso.

 

Um livro para entreter e também servir como um alerta para o tanto que a sociedade precisa mudar e com urgência.

 

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@fala.werneck_antesque

 

A minha primeira leitura do ano está sendo impactante por mostrar mulheres tão diferentes e, ainda assim, absurdamente parecidas.

 

Alice e Ruby se decepcionaram demais com relacionamentos amorosos complicados e ambas decidiram tentar construir uma nova vida longe de casa.

 

Pela sinopse, já sei que Ruby é a mulher que vai encontrar o corpo da Alice e vai tentar descobrir a história dessa jovem que morreu.

 

O livro começa sendo contado pela Alice, com momentos em paralelo nos quais a Ruby também segue sua vida e tenta conviver com os problemas.

 

Alice é uma jovem que perdeu a mãe quando era adolescente e foi algo realmente traumático e doloroso. Ela não consegue lidar com essa perda e prefere nem conversar ou mesmo pensar sobre o assunto.

 

E então, surge o tal Sr. Jackson e a gente começa a entender como ela foi perdendo a própria percepção de si mesma e da sua essência. E o que a levou a fugir para Nova York.

 

Preciso contar para vocês também como me angustia ler as partes em que ela fala do lugar e da pessoa com quem está morando durante esse recomeço. Já parece que tem algo muito errado nisso tudo!

 

E ela nem percebe! Apesar de já ter sofrido tanto, ela é inocente de diversas formas, sabe?

 

Fico imaginando o que pode acontecer na vida dela agora…

 

Por outro lado, a Ruby é um pouco mais madura, mas está tão perdida quanto a Alice no que se refere aos próprios sentimentos.

 

Os relacionamentos que elas tiveram foram bem diferentes, só que mostram homens manipuladores, indiferentes e abusivos.

 

Uma leitura que já me faz pensar sobre o quanto as pessoas podem sentir, sofrer e guardar para si mesmas…

 

Vou continuar a leitura para ver quando a Ruby encontrará a Alice e como aconteceu o triste fim da jovem.

 

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@fala.werneck_tbrdejaneiro

 

Quem aí está animado para mais um ano repleto de leituras envolventes?

 

Minha TBR de janeiro está pronta!

Confiram as sinopses:

 

A pintora de henna – Alka Joshi

Um retrato vívido e irresistível da luta de uma mulher em busca de realização pessoal e profissional em uma sociedade que oscila entre a tradição e a modernidade. A pintora de henna abre ao leitor a porta para um mundo — a Índia pós-independência — que é ao mesmo tempo exuberante e encantador, duro e cruel.

 

Uma história de verão – Pam Gonçalves

O último verão antes da faculdade não será fácil para Analu! É um momento crítico para ela e para qualquer pessoa: o vestibular. Na verdade, o resultado não é o maior problema, mas sim a escolha que ela fizera. Ela finalmente havia ultrapassado todos os limites! Os pais até poderiam lidar com suas roupas estranhas, o corte de cabelo diferente ou as atitudes rebeldes. Mas nada poderia ser pior que acabar com a carreira que já estava nos planos da família, e trocar o curso de Direito por Cinema.

 

Partidas e Chegadas – Trish Doller

Por meses, Anna e o noivo programaram a viagem de suas vidas… Mas a morte trágica dele interrompe todos os sonhos. Anna se sente perdida por um bom tempo, até que reúne forças para recomeçar. E sua primeira decisão é seguir com os planos, sozinha.

Mesmo com as memórias tristes e um trajeto desafiador, Anna embarca em um veleiro numa aventura quase perigosa, encarando os próprios receios e ignorando os temores de seus amigos.

Depois de uma noite de navegação arriscada, ela percebe que não vai conseguir realizar a viagem sem ajuda. Então, contrata Keane, um marinheiro profissional, que passou por momentos difíceis e estava apenas seguindo com sua vida.

À medida que se distanciam do continente, ambos têm a oportunidade de se abrir, de lidar com o passado… Talvez fechar a porta que os manteve paralisados permita que tracem uma nova rota — uma nova chance.

 

Vida e obras do engenheiro Álvaro de Campos – Fernando Pessoa

Pessoa escreveu que Campos “é a personagem de uma peça. O que falta é a peça”. E também, textualmente, que “o dramaturgo é o máximo do poeta”. É conhecida, mas não levada a sério a afirmação pessoana de que cada um dos seus heterônimos constitui um drama e, todos juntos, outro drama. Escreveu também Pessoa que tinha previsto a “evolução” de cada uma das personagens, e que pensava publicar esses livros com os seus horóscopos (biografias abreviadas, afinal) e, até, fotografias!

 

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@fala.werneck_arrufos

 

Comecei a leitura deste romance de época intrigada por ser o primeiro que leio ambientado no Rio de Janeiro.

 

A história já começa mostrando jovens aristocratas que se divertem ao tentar manipular a vida amorosa dos outros.

 

Cecília e Jorge são terríveis!

 

E agora ela teve a ideia de apostar com o Jorge para fazer o Maurício se casar. Ele é amigo dos dois e permanece solteiro.

 

Jorge é interessado na Cecília, então aceita. E assim a confusão começa: Cecília quer arrumar uma esposa para o amigo e Jorge vai fazer de tudo para que isso dê errado.

 

A leitura nos envolve e ficamos indignados em vários momentos pela maneira como esses dois agem e como atrapalham a vida dos outros assim, sem arrependimentos.

 

Maurício é um homem bem grosseiro, e trata a Amélia de uma forma…!

 

Mas como ela é uma jovem forte e decidida, arruma seus próprios meios de se defender.

 

Inocência é outra personagem determinada, e que nos faz torcer por ela também.

 

É uma amiga fiel da Amélia e fará o que estiver ao seu alcance para proteger a amiga.

 

Quero só ver como essa confusão seguirá e qual será a reação do Maurício quando descobrir a verdade dessa trama.

 

Será que a Cecília e o Jorge irão aprender que é errado atrapalhar a vida dos outros assim?

 

Amélia é de uma família sem tantas posses, simples, que também merece todo o respeito e consideração. E ao participar desses eventos na alta sociedade, percebe o quanto as pessoas podem ser mesquinhas e arrogantes. Mas será que essa percepção mudará? Porque nem todos são assim…

 

E por que o Maurício é tão bruto, hein?

 

Vou continuar a leitura para descobrir…

 

Vocês já leram algum romance de época que se passa no Rio de Janeiro?

 

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@fala.werneck_entrevistaadam

 

Boa tarde, Adam!

 

Conte-nos um pouco sobre você.

Primeiramente, obrigado pelo espaço e pelo carinho de sempre! Essas coisas são essenciais para ter sempre motivação para escrever!

Bom, meu nome é Adam Mattos, tenho um filho de quase 2 anos, sou advogado, acadêmico de Letras, pós-graduado em História das Religiões; em Literatura brasileira; em Filosofia e Sociologia; e em História Antiga, Medieval e Moderna.

Sou fundador e editor do Corvo Literário, sou mediador do Clube de leitura da Flyve. Membro da Academia Independente de Letras, cadeira 170(A tolerância); Doutor Honoris Causa em Literatura.

Sou embaixador da paz pelo World Literacy Fórum of Peace and Human Rights; Membro fundador da Academia Brasileira de História e Literatura; Honorável mestre da Literatura Brasileira e Cavaleiro Comendador na Soberana Ordem da Coroa de Gotland. Publiquei dois livros e organizei duas antologias, além de já ter participado de outras dezenas de antologias. Ganhei o primeiro prêmio apontador de excelência literária da AIL em 2021.

 

Poderia falar sobre as histórias que já publicou?

Meu primeiro livro foi: “Alma em pedaços” uma coletânea de poesias de terror e o último foi “Devaneios de uma mente perturbada” pela editora Flyve. Ambos tratam da maldade humana de forma crua, seja através de poemas ou de contos.

 

Qual conto do livro “Devaneios de uma mente perturbada” foi o mais difícil de escrever?

O mais difícil foi: “um pobre senhor”. Pois a cada parágrafo escrito era um novo sentimento de revolta. Os contos mais difíceis pra mim são os que tratam sobre a maldade humana, na forma da desigualdade social e do descaso dos governantes com a população. Principalmente idosa.

 

E qual foi o mais fácil?

O mais fácil, por incrível que pareça, já que é um dos que mais incomoda foi: “Apocalipse”. Pois é um conto fora da nossa realidade. Pelo menos por enquanto!

 

Você planeja criar uma “versão expandida” para algum dos contos?

Eu já pensei em criar um romance inspirado em: “O caçador de buzinas” e “Enfeite”. Acho que esses dois dariam primos livros. Mas por enquanto é só uma vontade mesmo.

 

Você prefere escrever contos ou poemas?

Eu realmente não tenho preferência. Cada um tem uma forma única de expressar os sentimentos e denunciar os abusos e atrocidades que o ser humano é capaz de cometer. Dependendo do assunto ou da mensagem que quero passar, eu decido qual será o mais impactante. Mas amo escrever, independente do formato!

 

Em sua opinião, como será o leitor do futuro?

Acredito que será quase exclusivamente digital. Seja por e-book ou audiobook. Os livros físicos, cada vez mais caros, serão itens de colecionador. Veja bem, não é o que eu gostaria que acontecesse, mas infelizmente é a tendência. E para tanto, os autores devem se adaptar para continuarem minimamente relevantes.

 

Agora, vamos conversar sobre alguns gostos pessoais. Qual é o seu gênero literário preferido? E qual é o que menos gosta?

Acho que essa resposta não surpreenderá ninguém! 😂 O que mais gosto é terror, e o que menos gosto é autoajuda. Nada contra o gênero, mas não é uma leitura que geralmente me agrada.

 

Qual é o seu autor favorito?

Cruz e Sousa na poesia e Machado de Assis na prosa!

 

Você prefere livros físicos ou digitais?

Prefiro físico, mas leio muito mais digital. Pela praticidade, preço e principalmente por pensar no livro, e poder começar a leitura imediatamente!

 

Qual é a sua leitura atual?

São três: As duas vidas de Bianca da Zirah; Dançando na varanda da Nicole Ayres e Quando ela desaparecer do Victor Bonini.

 

Qual é o seu maior hábito de escrita?

Beber café enquanto escrevo! Isso nunca pode faltar. No mais, me adapto a qualquer ambiente. Ultimamente tenho escrito até pelo celular, em qualquer lugar que esteja. Mas tento escrever todos os dias.

A escrita diária é realmente importante!

 

Já está planejando seu próximo livro? Pode nos contar um pouco sobre o projeto?

Já tenho um livro novo pronto de poesias chamado: “O profundo obscuro” título esse dado pela minha amiga Joyce Nascimento @nasci_joyce . Ainda não publiquei pois estou esperando se alguma editora se interessa, caso não receba propostas, ou nenhuma me agrade, publicarei de forma independente. E estou escrevendo um romance que encerrará a trilogia da maldade, já composta por Alma em pedaços e Devaneios de uma mente perturbada.

Já quero conhecer essas novas obras! Cada texto que você escreve promete muitas reflexões.

 

Atualmente, qual é o seu sonho?

Um governo democrático, voltado para o lado social para tirar o Brasil do mapa da miséria. Meu sonho é que nenhum brasileiro passe fome.

 

E para finalizar, indique-me um livro.

Nihil da Carolina Mancini @carolina_mancini_ um dos melhores livros que já li!

 

Muito obrigada pela conversa e pelas dicas!

@fala.werneck_caiaquotes

 

Melhores Trechos

 

“Quando deixamos para trás conceitos enraizados, certezas absolutas, verdades concretas, […]”

 

“Responsabilidade emocional tem a ver com empatia, em colocar-se no lugar do outro, pensar em como as suas atitudes podem ser transformadoras ou destruidoras na esfera pessoal de um indivíduo que depositou em você alguma confiança, seja ela qual for: amizade, namoro, casamento, negócios.”

 

“Não permitir que as dores tirem a beleza que mora dentro de você, não te fará fraco, te fará humano.”

 

“No livro do escritor alemão Eckhart Tolle, O poder do agora, algumas verdades são irrefutáveis, como a de que ‘Seja qual for o conteúdo do momento presente, aceite-o como se você o tivesse escolhido. Sempre trabalhe com ele, não contra ele. Torne-o seu amigo e aliado, não seu inimigo. Isso vai milagrosamente transformar toda a sua vida.'”

 

“Você já parou para pensar hoje, nas coisas que você tanto desejava ontem e já conseguiu conquistar?”

 

“Porque nada acontece sem algum esforço, sem desencontros, sem perdas e ganhos, sem vitórias e fracassos se confundindo no mesmo caminho.”

 

“Porque em meio a tantas tristezas, ainda existem momentos singulares, que nos fazem encher os olhos d’água de gratidão.”

 

“O caminho do amor é fantástico, mas pode vir acompanhado de espinhos.”

 

“Muitos afirmam que ser intenso é para os fortes. Porque é imprevisível o que pode acontecer para quem se joga de cabeça e vai a fundo nas emoções.”

 

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@fala.werneck_resdevaneios

 

Editora: Flyve.

Páginas: 177.

 

O que é ser humano?

 

“Devaneios de uma mente perturbada” é um livro com contos críticos, reflexivos, intrigantes e alguns bem tenebrosos.

 

Ler sobre a maldade humana é algo assustador, porque lembramos quão baixo o ser humano é capaz de chegar e, ainda que a vingança possa parecer “justa”, toda essa crueldade é simplesmente terrível.

 

O autor conseguiu criar histórias que, mesmo em poucas páginas, conseguem transmitir sua mensagem de forma completa.

 

“Apocalipse” é o conto mais perturbador, uma daquelas histórias macabras que permanece na sua mente por dias e tem o potencial de embrulhar o estômago. Então, tenha cautela com ela…

 

“Solidão” e “Um pobre senhor” apresentam críticas fortes aos graves problemas da nossa sociedade, que ainda precisa avançar muito.

 

As injustiças são muitas, os direitos não são iguais como deveriam e ler sobre essa trajetória de luta e dor do Agenor para cuidar da saúde é simplesmente devastador; porque desperta sentimentos de indignação e revolta.

 

Sabemos que o pobre senhor da história é fictício, mas quantas pessoas reais vivenciam as mesmas dificuldades ou até piores?

 

A sociedade possui graves problemas e o ser humano é um dos fatores agravantes para as injustiças que são perpetuadas.

 

Quantas pessoas estão realmente lutando pelo seu lugar e também pelo dos outros?

 

Não existimos sozinhos, precisamos trabalhar juntos para nos fortalecer.

 

Por outro lado, há vários contos no livro que nos falam sobre decisões erradas e consequências trágicas; todos possuem um lado sombrio, mas é preciso escolher o que você quer deixar dominar, o que tem mais relevância, pelo que vale a pena lutar.

 

Todos possuem suas próprias limitações, mas também suas escolhas para descobrir o que cada um é e o que quer se tornar.

 

Afinal, o ser humano é um emaranhado de experiências, boas e ruins, que o distanciam ou aproximam de sua própria humanidade.

 

Você sabe quem é?

 

* Essa resenha já foi postada anteriormente, mas como o autor teve a atenção e o carinho de me enviar a edição física linda e autografada, eu precisava repostar e fazer uma foto bonita com a obra. Muito obrigada, Adam!