Fala Werneck

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Trechos

“Por mais que esteja tentando parecer forte, sei que lá no fundo seu coração se aperta diante de uma injustiça.”

 

“Eu me pergunto o que as pessoas fazem quando não têm para onde ir e quando não precisam estar em lugar algum.”

 

“Nunca se esqueça aqueles que abriram caminho antes de você. Nunca pare de tentar melhorar o mundo para quem vai morar nele depois.”

 

“Eu daria tudo para recuperar essa lembrança, para saber como nós dois éramos quando nos amávamos tanto a ponto de acreditar que duraria para sempre.”

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Os dois primeiros capítulos puderam mostrar que trata-se de uma distopia, aconteceu algo com o nosso mundo que fez as coisas mudarem drasticamente.

 

As mulheres parecem ser divididas em grupos que têm funções diferentes nessa sociedade.

A jovem que irá contar a história sabe que sua “função” não deve ser fácil, visto o grande esforço deles para não deixar acessível nenhuma forma de escape para a morte…

 

Ela fica pensando se o quarto das outras meninas é igual ao dela. Quando estavam juntas no ginásio, mesmo sem poder conversas as garotas encontravam formas de se comunicar, de interagir.

Mas agora ela se vê sozinha, com roupas específicas, em uma casa que não lhe é familiar e pelo visto nunca vai ser.

 

O livro promete um drama sério envolvendo mulheres; sua situação nessa sociedade e sua visão sobre as outras mulheres.

 

Alguns livros tratam de uma maneira diferenciada de assuntos sérios e delicados envolvendo mulheres, pois além de debater a posição da mulher naquele ambiente também aborda a maneira como as mulheres se veem e se julgam quando em situações desse tipo, pertencem a grupos diferentes.

 

Esse parece ser um desses livros.

 

Mais um que vai para a wishlist! 😉

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Trechos

“Que estranho ser feita de carne, se equilibrar em ossos e ter uma alma que nunca conheci.”

 

“A única coisa familiar que tenho em um mundo de inconsistência e confusão.”

 

“Quero lembrar como é amar alguém desse jeito. E não qualquer pessoa.”

 

“Sorrio e me pergunto se sou sempre assim, se me recuso a tirar uma simples foto por saber que com um pouco de esforço o resultado pode ficar excepcional.”

 

“Fico observando seu sorriso por tempo suficiente para não esquecer, depois me viro e vou embora.”

 

“Encontre-a. A primeira coisa que você precisa fazer é encontrá-la. Por favor.”

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Minha TBR de Agosto é cheia de amor, com duas escritoras que adoro e outras duas que irei conhecer!

 

Fique comigo – Ayòbámi Adébáyò

Yejide espera por um milagre. Um filho é tudo que seu marido deseja, tudo que sua sogra consegue pensar, mas a gravidez parece para ela uma realidade distante. Mas, quando a família insiste que seu marido aceite uma nova esposa, Yejide chega ao limite.

 

Quando o amor bater à sua porta – Samanta Holtz

Malu Rocha é uma escritora de 29 anos independente, confiante e bem-sucedida. Mora sozinha em São José dos Pinhais, perto de Curitiba, onde mantém uma rotina regrada de pedalar todas as manhãs, escrever e, semanalmente, visitar o avô de 98 anos em uma casa de repouso.

Porém sua vida toda controlada sai do eixo quando um homem bate à sua porta e se apresenta como Luiz Otávio Veronezzi, dizendo ter perdido uma reunião marcada com ela. Malu não se lembra do compromisso e sua primeira reação é dispensá-lo. Mas o belo desconhecido insiste, explicando que sofreu um acidente de carro, ficou em coma e perdeu a memória, assim como seus documentos. As únicas coisas que restaram foram um pouco de dinheiro e um papel com o nome e o endereço de Malu, o nome dele e a data da reunião. Luiz confessa que a escritora era sua última esperança para descobrir a própria identidade.

O problema é que ela não tem a menor ideia de quem ele seja.

 

Recordação Mortal – Nora Roberts

Eve Dallas é uma tira durona. Ela consegue enfrentar batedores de carteiras, traficantes de drogas e assassinos da pior espécie. No entanto, quando Trudy Lombard, uma senhora aparentemente inofensiva, chega à Central de Polícia, Eve mal consegue se manter de pé. No mesmo instante, surgem na mente da policial recordações do tempo em que era apenas uma menina frágil e traumatizada, aprisionada em um lar adotivo e subjugada a mulher cruel que, neste momento, encontra-se sentada, sorrindo, em frente a ela.

 

Liberte meu coração – Mia Thermopolis – Meg Cabot

Ele é um cavaleiro alto e admirável, e esconde um segredo.

Ela é uma linda aventureira, com mais do que alguns poucos segredos a esconder também.

Finnula precisa de dinheiro para o dote de sua irmã, e rápido.

O conde Hugo Fitzstephen, que está voltando das Cruzadas para seu castelo na Inglaterra, tem muito dinheiro, ouro e joias.

O que seria mais simples do que sequestrá-lo e pedir um resgate?

Principalmente se ele está tão disposto a se deixar apanhar por uma captora tão bela…

Bem, seria simples se Finnula não cometesse o erro de se apaixonar por seu refém, somente para descobrir que ele esteve mentindo sobre sua identidade desde o início – assim como ela.

Agora, Finnula Crais está no céu… ou no inferno?

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Trechos

 

“Talvez estivesse com medo de que a câmera capturasse permanentemente algum sentimento sincero.”

 

“Penso demais no passado e penso no que deveria ter feito e em tudo o que fiz de errado e nunca olhei para frente na vida, nenhuma vez.”

 

“E por mais que essa palavra soe perfeita, por mais que descreva com perfeição o momento que estamos vivendo, sei que é mentira.”

 

“Se eu tinha uma alma antes de ouvir essas palavras, ela acabou de se partir em duas.”

 

“Pela primeira vez desde o segundo em que ela foi levada de mim, finalmente sinto que fui perdoado.”

 

“- Você sempre esteve comigo, sabia? Mesmo quando eu não conseguia me lembrar das coisas… você sempre estava comigo.”

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Stella continua tentando descobrir o que fazer da vida; ao tentar se candidatar para uma vaga de gerência na cafeteria, descobre que nunca se formou no ensino médio. E ao confrontar o pai, nota como que para ele, ela nunca deixará de ser “sua garotinha” e que não há problema algum nisso.

 

Os pais se importam com os filhos, muito, e farão tudo que estiver ao seu alcance para que “seus pequenos” não sofram na vida.

 

Mas a vida é árdua, momentos sofridos aparecem, porém os dias ensolarados também estarão presentes. Você precisa acreditar, tentar, fazer diferente.

Seja gentil, atencioso, carinhoso. A vida vale o esforço.

 

Às vezes você pode não entender ainda qual é o seu “grande sonho”, mas mesmo assim busque perceber as coisas que importam na sua vida.

Talvez essas coisas não rendam nem um centavo, mas elas são importantes para você e isso que importa.

 

Acompanhando o drama do Wes por ter que voltar para um trabalho que odiava para que eles tenham dinheiro para se sustentar, Stella reconhece que sente gratidão e que aquele gesto permite que ela faça coisas importantes como visitar a Sadie e fazer companhia a outras pessoas no hospital.

Dando suporte e força.

 

Às vezes vivemos momentos impossíveis e duvidamos que isso vá melhorar, mas se tivermos pessoas que lutam por nós e acreditam, nós conseguimos voltar a acreditar na solução, na melhora, na superação.

 

Seja essa presença na vida de alguém.

Seja esperança.

 

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O romance ‘Ainda não te disse nada’ está disponível no Wattpad.

 

Fiz a leitura do prólogo e do primeiro capítulo, a primeira coisa que ficou clara para mim é que o livro irá falar de amor.

 

Especialmente aquele amor que é construído dia após dia.

 

Um amor que deve ser cultivado e bem cuidado, como uma rosa.

 

Espero que o livro trate de um amor forte, duradouro, um amor que consegue lidar com as intempéries da vida.

 

Vamos ver o que realmente será…

 

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Trechos

“- Que importância tem o gênero, se o livro é bom? – pergunta ele.”

 

“Amo sua indiferença. E o fato de você não estar nem aí para o que as pessoas pensam. Amo como você está focada no seu futuro e todo o resto que se dane.”

 

“Nem tudo vai dar certo no meu caminho e nem todo mundo ganha um final feliz.”

 

“É como se o propósito de toda a humanidade estivesse centrado nesse momento; ao redor de nós dois.”

 

“Mas há uma parte dele que só me decepciona… e com certeza essa é a mais difícil de aceitar.”

 

“Uma das coisas que amo nos livros é que eles conseguem definir e condensar certos momentos da vida de um personagem em capítulos.”

 

“De repente me sinto como se fosse pessoas completamente diferentes aglomeradas numa só. Alguém que não sabe quem é nem onde é seu lugar, e isso é perturbador.”

 

“A familiaridade e a sensação de pertencimento é algo de que necessito para me acalmar, para acabar com a vontade de chorar.”

 

“Quando pôs os braços ao meu redor e me abraçou, soube que, independentemente do que acontecesse com minha vida, meu lar era você.”

 

“As coisas que nos derrubam na vida são testes, e esses testes nos forçam a escolher entre desistir, ficar caída no chão ou sacudir a poeira e se levantar com ainda mais firmeza que antes.”

 

“Obrigada por me dar coragem para sempre fazer minhas perguntas, mesmo quando não queria saber as respostas.”

 

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Separei para julho alguns livros que prometem ser bem interessantes!

 

Nunca jamais – Colleen Hoover e Tarryn Fisher

Charlie e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Porém, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo de estarem juntos para começo de conversa.

 

Nunca jamais – Parte 2 – Colleen Hoover e Tarryn Fisher

Novamente, não vou colocar a sinopse pois eu mesma não li para não ter spoilers.

 

Uma viagem inesperada – Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Gonçalves

Viajar é – quase sempre – motivo de animação, mas às vezes a estrada é cheia de curvas e surpresas, e parece que tudo pode acontecer quando passamos as férias bem longe de casa. Em Uma viagem inesperada, Babi Dewet, Carol Christo, Melina Souza e Pam Gonçalves apresentam quatro histórias inéditas da turma que encantou gerações de leitores.

Mônica parte rumo à Coreia do Sul em um tour inesquecível, repleto de k-pop, cores e aventuras. Magali tem seus planos virados de cabeça para baixo e acaba em Paraty, onde gastronomia e novas amizades se encontram. Marina desenvolve um outro lado artístico em Londres – com direito a chá, muita saudade, encontros e desencontros. Já Denise, por se meter numa encrenca, é mandada de castigo para um acampamento na Serra Catarinense, onde sua determinação acaba salvando o dia.

 

Léxico – Max Barry

As palavras não ferem. Matam.

Eles recrutaram Emily Ruff nas ruas.

Alegaram que era apenas por ela ser boa com as palavras.

E vão se arrepender.

Disseram que Wil Parke sobreviveu a algo que não deveria.

Algo de que ele não consegue se lembrar.

Agora, estão atrás dele e Wil não sabe por quê.

Há uma palavra. Uma palavra que mata.

E eles a querem de volta…

 

E vocês, já planejaram as leituras de julho? Quem aí vai ter férias nesse mês e vai poder ler bastante?  😉

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Muitas pessoas poderiam achar quase impossível voltar, por vontade própria, ao hospital onde se ficou doente por tantos anos; mas Stella é diferente e decide trabalhar como voluntária lá.

 

Ela conhece uma menina, Sadie, que tem o mesmo tipo de câncer que ela teve. E ao ver que a menina não tem quem lute por ela, decide ajudar.

 

Stella tenta falar com a pessoa que a colocou no estudo clínico que salvou sua vida, e acaba descobrindo que o doador anônimo que investia, parou de investir. Com a ajuda de uma enfermeira e do novo médico, ela consegue descobrir quem é o doador e decide falar com ele. A conversa não sai como ela previa, mas isso a ajuda a entender várias coisas…

 

Através de toda essa busca, ela vai percebendo como essas “batalhas” são difíceis e penosas, além de entender que por mais que alguns médicos possam parecer distantes de seus pacientes, a realidade pode ser mais triste e o afastamento ser apenas uma forma de lidar com uma dor que parece eterna.

 

Para as pessoas que trabalham com vidas é fundamental criar certo distanciamento, isso não significa não ter empatia, mas manter uma “formalidade” necessária para não se envolver tanto e sofrer muito se a “batalha” for perdida no final.

 

Nós devemos nos preocupar com os outros, ajudar no que pudermos… Mas compreender também que existem coisas além do nosso controle, e sofrer em demasia não vai mudar isso. É preciso reconhecer esses dois tipos de momentos e aprender a lidar com eles, porque são constantes na vida.