Fala Werneck

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Primeira frase da página 100: “Nunca assisti a um episódio inteiro de Neighbours na vida, mas sei a resposta.”

 

Do que se trata o livro: Fala sobre dois amigos, Holly e Alex, que se reencontram depois de onze anos. Eles passaram a adolescência sendo amigos, e nutrindo sentimentos mais intensos um pelo outro, mas nunca revelaram. E então, se afastaram, foram cursar a universidade em cidades distintas. Agora se reencontram em Londres.

 

O que está achando até agora?

Um romance promissor, que está mostrando como as pessoas mudam com o passar do tempo e como a vida pode fazer com que os sonhos mudem também.

 

O que está achando do personagem principal?

A Holly e o Alex são os principais, pois os capítulos vão se alternando entre a narração deles.

O Alex é um professor sonhador, que acredita no potencial dos alunos e sonha em ajudar a transformar vidas.

A Holly é uma mulher que deixou os sonhos juvenis de lado e tenta tirar proveito das situações atuais da vida, aproveitando os momentos e os amigos.

 

Melhor quote até agora: “- Aproveite cada chance que tiver na vida – concluiu o senhor Henderson, ficando em pé. – Algumas coisas só acontecem uma vez.”

 

Vai continuar lendo?

Quero saber se o que os dois personagens sentiam um pelo outro ainda é real. E se for real, como eles lidarão com isso. O tempo passa, as pessoas mudam, mas algumas coisas permanecem intactas apesar de tudo isso. Será que esse amor é assim? Será que eles têm alguma chance?

 

Última frase da página 100: “Ela olha pra mim pela primeira vez desde Jemma e Danny foram para o bar e sorri.”

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Em setembro conheci alguns livros incríveis, outros agradáveis e um que achei terrível. Nem todos estão na foto, porque emprestei alguns.

 

Ainda não te disse nada

Um livro emocionante e envolvente! Amei a história de amor inesperada e pura de Marina com ‘H’. Falar de amor é falar de fé nas pessoas, confiança, dedicação, carinho e honestidade. As cartas são lindas, suaves, envolventes e repletas de referências bonitas.

O amor pode surgir de lugres inimagináveis e ser tão lindo (ou mais) do que alguns clichês.

Amo histórias de amor, porque elas me lembram como a vida pode ser linda e singular.

 

A viúva

Uma história perturbadora, que mostra o lado vil que o ser humano pode assumir. O uso do adjetivo monstro é assustadoramente adequado. O início do casamento mostra como o Glen domina e controla a vida da Jean. A forma como ele a manipula é revoltante. E depois de tudo que eles passam, a crueldade que ele faz, depois de tudo que acontece, ninguém é realmente inocente. Não foi a história que eu esperava (a sinopse poderia informar que o livro envolve pedofilia), perturbadora demais.

 

Beije minha alma

Um romance adorável, que desperta sentimentos de alegria, expectativa e amor. Além de mostrar como o relacionamento entre irmãos pode ser complicado e desafiador, especialmente quando um precisa assumir a responsabilidade de um pai em relação ao outro. Uma boa leitura para relaxar.

 

The Girl in the Letter

Esse livro fala sobre um tema sério: as casas de irmãs de caridade que existiam em lugares como o Reino Unido e a Irlanda, para onde as famílias mandavam as jovens que ficavam grávidas sem serem casadas. Sam é uma jornalista que “por acaso” descobre a carta de uma menina que vivenciou isso; e quanto mais investiga, mais Sam percebe a crueldade envolvida em toda essa situação. Jovens obrigadas a trabalhar até quase dar à luz, crianças sendo afastadas das mães, testes farmacêuticos… Uma ficção que fala sobre uma situação grave e abusiva, que foi real. Uma grande leitura.

 

Um novo amanhã

Nora Roberts traz dessa vez um romance que envolve famílias e filhos, relacionamento entre irmãos e o amadurecimento diante das dificuldades da vida. Clare e Beckett  descobrem muito sobre eles mesmos ao começar um relacionamento.

O livro faz parte de uma trilogia e o mais me deixou curiosa pelos próximos volumes foi a existência da mulher fantasma. Quem será ela? Por que permanece na pousada? O próximo livro já entrou para a minha lista.

 

Este é o mar

Setembro está com umas leituras estranhas. Essa é uma delas. Este é o mar é um livro que prometia ser muito bom, porque a sua premissa é diferente e intrigante. Porém, a leitura não me envolveu como eu esperava.

Gostaria de ter tido mais detalhes sobre as luminosas e o mundo delas, mas isso não acontece e não consegui sentir empatia por elas; pareceram simplesmente seres fantásticos sem sentimentos profundos, que se alimentam dos humanos e de sua entrega devocional.

 

O poeta e o guarda-chuva

Uma boa leitura para te fazer refletir sobre as emoções humanas, as necessidades sociais e como uma pessoa pode sucumbir a emoções momentâneas intensas, fazendo coisas que marcarão aquela pessoa para o resto da vida. E por mais que alguns neguem, todo mundo precisa de proteção, precisa se sentir acolhido e amado.

Outra coisa que merece ser comentada é a narração, feita por uma voz que só quase no final descobrimos quem é. Lembrei da Menina que roubava livros e sua história narrada pela morte.

 

A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida

Um romance fofo, que aperta e aquece o coração na medida certa. Holly e Alex foram grandes amigos desde a adolescência, na época da faculdade perdera contato, mas se reencontram 11 anos depois. Os sentimentos que sentiam um pelo outro continuam existindo, o medo de falar e de ser rejeitado também. Mas a vida tem seus próprios caminhos para fazer as pessoas perceberem o que realmente importa e quem realmente importa.

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Trechos

 

“Mas a sensação de reconhecimento foi instantânea, trazendo de volta flashes de rostos e acontecimentos que ele há muito esquecera.”

 

“Olhar agora para a casa era como olhar para uma linha divisória em sua vida; uma marca no pico entre o antes e o depois.”

 

“A morte raramente muda como nos sentimos sobre alguém. É mais comum que acentue o sentimento.”

 

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O livro já começa falando sobre um fungo que é enorme e destrói, em décadas, árvores e plantas; mas é lento, por isso não causou graves problemas à humanidade.

 

Só que agora, dois agentes do governo precisam ir com uma cientista para uma região remota na Austrália onde parece que uma ameaça está surgindo.

A escrita é instigante, sendo difícil parar de ler.

 

Quando eles chegam ao destino, tudo parece suspeito, não há pessoas, só casas e veículos abandonados. E ao fazer um exame mais de perto, a doutora vê como a vida desse fungo diferente floresce de forma rápida e intensa.

 

Onde estarão as pessoas desse lugar?

O que será que esse fungo pode fazer?

Será que ele sofreu mutação ao ter contato com alguma outra coisa desconhecida?

 

 

 

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Viver é sentir

 

A vida é repleta de sensações e emoções; o poeta, bem cedo na vida, já vivencia a tragédia e o desamparo.

O significado do guarda-chuva é singelo, e ver a percepção dele de não ter um é triste.

 

O jovem então vai aprendendo como a vida pode te danificar e ameaçar. Mas também existem os momentos de alegria e serenidade. Nenhuma vida tem apenas um dos lados.

Ele segue temendo o amor, mas o coração mostra que não pode ser domado facilmente.

E quando o poeta tem ações agressivas e cruéis para proteger algum injustiçado, o leitor se questiona até que ponto é possível absolvê-lo da crueldade.

 

O bem exige dedicação e constância.

O mal pode ser atrativo, expressivo e se mostrar justificável. Mas algumas ações não têm argumento, existem atos que podem te marcar por décadas ou pelo resto da vida.

Um poeta que sempre duvidou de sua arte. Difícil imaginar, certo? No entanto, ele não tinha um guarda-chuva, o que torna a dúvida compreensível.

 

Cada um de nós precisa de um guarda-chuva para nos proteger das tempestades da vida.

Talvez, alguns sejam temporários, mas sempre precisamos de um. Nem que seja preciso criá-lo.

 

O livro narra com certa delicadeza diversas tragédias e intempéries humanas, o processo de descoberta da arte pelo poeta ocorre em meio às turbulências da vida, às ações realizadas sem muita reflexão, às outras que representam boas soluções e também àquelas que foram feitas no ardor da raiva, decepção e ódio.

 

Ele tem atitudes bruscas e até exageradas tentando ajudar pessoas, como a Pâmela e a Gisela.

Já com o Palhaço foi aquela conexão instantânea que se danifica pelo egoísmo humano.

 

No fim das contas, o ser humano é capaz de construir algo incrível e destruir algo memorável, tudo depende das escolhas.

A voz presente na mente do poeta acompanha cada um de nós. Em alguns momentos ela deve ser ouvida, em outros ignorada, mas não podemos deixá-la adormecer eternamente, porque as consequências serão trágicas e a tempestade pode ser mais forte do que qualquer abrigo.

 

Que possamos aprender a lidar com as tempestades e abrir o nosso próprio guarda-chuva. Porque todos nós merecemos alguma proteção.

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Trechos

 

“Discorria sobre a fé como um viver que transcende o mundo material, extrapola o sistema sensorial e cria raízes no âmago do espírito humano.”

 

“Para ele, primeiro deveria se exercer a capacidade de pensar e refletir antes de crer, depois vinha o crer sem duvidar.”

 

“Na escola da existência, a maioria das pessoas não investe em sabedoria e a velhice não é sinal de maturidade.”

 

“As pessoas tendem a esconder suas fragilidades e seus erros, mas os biógrafos de Jesus Cristo aprenderam a ser fiéis a sua consciência. Aprenderam com ele a arte de extrair sabedoria dos erros.”

 

“Mesmo no extremo da sua dor ele se preocupava com a angústia dos outros, sendo capaz de romper o instinto de preservação da vida e acolher e encorajar as pessoas, ainda que fosse com o olhar.”

 

“É respeitável todo tipo de crença, porém é igualmente respeitável exercer o direito de pensar antes de crer, e crer com maturidade e consciência crítica.”

 

“No entanto, muitas vezes usamos o pensamento contra nós mesmos, para gerar uma vida ansiosa. Os problemas ainda não ocorreram, mas já estamos angustiados por eles.”

 

“Todos somos viajantes no mundo das ideias: viajamos para o passado, reconstruindo experiências já vividas; viajamos para o futuro, imaginando situações ainda inexistentes; viajamos também para os problemas existenciais.”

 

“O passado não é lembrado, mas reconstruído. As recordações são sempre reconstruções do passado, nunca plenamente fiéis, apresentando às vezes micro ou macro diferenças.”

 

“O que somos? Somos uma conta bancária, um título acadêmico, um status social? Não. Somos o que sempre fomos, seres humanos.”

 

“As ideias e as intenções de Cristo, ao mesmo tempo que representam uma belíssima poesia que qualquer ser humano gostaria de recitar, abalam a maneira como compreendemos a vida.”

 

“A medicina é uma ciência poética. Os médicos sempre desfrutaram de grande prestígio social em toda a história da humanidade, pois, ainda que não percebam, eles mexem com as nossas mais dramáticas necessidades existenciais: aliviar a dor e prolongar a vida.”

 

“A existência humana transcorre dentro de um curto parêntese da eternidade. A vida humana é apenas uma gota existencial na perspectiva da eternidade.”

 

“O ser humano sempre procurou uma religião como âncora do futuro, com o objetivo de transcender a morte, e sempre procurou a medicina como âncora do presente, com o objetivo de retardar a morte.”

 

“A arte tem certa ligação com a dor, não com a dor da sobrevivência, instintiva, mas com a dor das crises existenciais, a dor da alma, que envolve os conflitos psíquicos e sociais.”

 

“Se não formos agentes modificadores de nossa história, se não a reescrevermos com maturidade, certamente seremos vítimas dos invernos existenciais.”

 

“Sabia que a arte da pergunta gerava a arte da dúvida e que a dúvida rompia o cárcere intelectual, abrindo os horizontes do pensamento.”

 

“O ser moderno é solitário, isolado dentro da sua própria sociedade, um ser que sabe que tem fragilidades, inseguranças, temores, momentos de hesitação e apreensão, mas tem medo de reconhecê-los, de assumi-los e de falar sobre eles.”

 

“Aprender a ouvir implica aprender a compreender o outro dentro do seu contexto histórico, a respeitar suas fragilidades, a perceber seus sentimentos mais profundos, a captar os pensamentos que as palavras não expressam.”

 

“Se transportarmos o pensamento de Cristo para a atualidade, podemos inferir que ele queria construir na espécie humana uma esfera tão rica afetivamente que o ser humano deixaria de ser um mero nome, uma ‘conta bancária’, um ‘título acadêmico’, um ‘número de identidade’, e passaria a ser uma pessoa insubstituível, singular e verdadeiramente amada.”

 

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TBR escolhida!

 

Seguem as sinopses.

 

Todos os meus amigos são super-heróis – Andrew Kaufman

TOM não é super-herói, mas todos os seus amigos têm superpoderes: o poder de ficar muito tempo embaixo d’água, da superirritação, da procrastinação, de tropeçar, de fazer conchinha, entre outros.

A PERFECCIONISTA é a super-heroína por quem Tom se apaixonou. Seu superpoder é ser perfeita e deixar tudo perfeito.

HIPNO é o super ex-namorado com ciúmes. No dia do casamento de Tom e Perfeccionista, o vilão faz a noiva acreditar que o noivo é invisível.

A Perfeccionista acha que Tom a abandonou e vai recomeçar a vida em uma nova cidade. Tom terá que fazer tudo que esteja ao alcance de suas capacidades meramente humanas para que ela volte a enxergá-lo. E, quem sabe, amá-lo de novo.

 

13 segundos – Bel Rodrigues

– Como pude deixar ele dominar tão bem meus sentimentos?

Como pude entregar meu coração a uma pessoa tão pequena? – questionei, mas sem querer ouvir as respostas.

– Lola, olha pra mim. O seu coração está em boas mãos agora. Nas suas.

 

Uma nova chance para o Sr. Doubler – Seni Glaister

Nem todas as jornadas nos levam para longe de casa

O sr. Doubler mora sozinho na Mirth Farm, no topo de uma montanha, tendo como única companhia a sra. Millwood, que cuida da sua casa. Não que isso o incomode, ele até prefere a vida isolada dedicada aos seus tubérculos. Plantadas com grande dedicação, as batatas do sr. Doubler são o seu legado, e nada mais lhe importa.

No entanto, quando a sra. Millwood fica doente, o mundo como o sr. Doubler conhece desmorona, e ele se vê forçado a uma nova realidade – repleta de estranhos. Agora, de volta ao mundo renegado por ele, será que o sr. Doubler vai encontrar na gentileza de desconhecidos uma nova forma de enxergar a vida?

 

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Primeira frase da página 100: “- Bem, obrigada.”

 

Do que se trata o livro: É a história de uma família, que vive em uma cidade do interior, que comprou um prédio onde há muito tempo existia uma pousada; e então, essa mãe e os três filhos (que trabalham com construção) compram o lugar e estão reformando para reabrir a pousada, com toques retrô e contemporâneo.

 

O que está achando até agora?

Estou gostando, é um romance agradável sobre essa família que está apaixonada pela ‘reconstrução’ dessa pousada; o filho caçula, que é o arquiteto, está tentando conquistar seu grande amor platônico da adolescência.

 

O que está achando do personagem principal?

Beckett é um homem apaixonado pelo seu trabalho e que está amando desenvolver esse projeto de reforma junto com sua mãe e seus irmãos. Ele é uma pessoa agradável, que gosta da companhia da família e de crianças também. E está percebendo que o amor que sentia por Clare nunca foi esquecido, e agora ele tem a chance de descobrir se podem dar certo juntos.

 

Melhor quote até agora: “Formadas por rochas das colinas e dos vales, erguiam-se como testemunho do desejo – tão comum ao ser humano – de deixar uma marca, de construir e criar.”

 

Vai continuar lendo?

Absolutamente! Quero ver como ficará a pousada, se o relacionamento entre o Beckett e a Clare se desenvolverá, se ele vai continuar sabendo lidar com os filhos dela. Ah! E descobrir mais sobre o fantasma também, com seus cheiros de flores na pousada. Quem será? Por que apenas alguns sentem seu cheiro floral?

 

Última frase da página 100:  “Queremos que este lugar seja exuberante, então vai ter ladrilhos intricados, alguns mosaicos, arandelas de cristal com detalhes de níquel escovado. Contemporâneo com um toque de Velho Mundo.”

 

 

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Trechos

 

“Ou estaria eu enxergando teatralidade e importância em detalhes inconsequentes porque pensava que Fritz me pediria em casamento naquela noite?”

 

“Aquele brinde e aquele casamento eram um adeus.”

 

“Eu era como um pássaro exótico, que só tinha permissão de sair da gaiola dourada para apresentações e, logo em seguida, era trancafiado de novo.”

 

“Meu marido, o Mercador da Morte, estava vivendo à altura do apelido dado a ele tantos anos antes.”

 

“Afinal, a Califórnia oferecia uma tela em branco sobre a qual eu podia pintar uma narrativa nova sobre minha vida, e era tão simples fingir.”

 

“Contudo, apesar de todos esses homens, uma solidão profunda me seguia como um cachorro abandonado, latindo no silêncio sempre que o barulho das multidões ou os sussurros de um pretendente se aquietavam.”

 

“Sua presença me fez questionar se eu tinha finalmente conhecido um homem com quem não precisava interpretar nenhum papel.”

 

“Fui tomada de alívio por criar uma conexão em vez de ter a conversa banal de sempre.”

 

“Aquelas horas tinham me moldado de um jeito que só agora eu começava a entender.”

 

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O livro já começa mostrando uma escrita sensível e envolvente.

Logo nestes primeiros capítulos já é possível criar empatia pelo Vincent.

 

Ele foi uma criança cuja infância era marcada por traumas, mas ainda assim, sua essência parece ter permanecido “intacta”. Alguém que se preocupa com as outras pessoas, ajuda e se envolve quando se depara com uma injustiça.

E assim, já começamos a pensar sobre a linha tênue que determina o limite da busca pela justiça e a expressão da maldade.

 

Uma leitura que instiga o leitor à avaliar seus próprios conceitos e justificativas.

Até que ponto é possível explicar as ações como uma forma de proteção e a partir da onde você está atacando? Será que tudo pode ser justificável? Será que a partir de certo ponto algo se rompe dentro de você e não há mais volta?

Quantos questionamentos e só li quatro capítulos…

 

Não se pode deixar de mencionar também a simbologia do guarda-chuva, que é bonita e singular.

Todos precisamos de um guarda-chuva.

Será que o poeta encontrará o seu?